Desde a quarta edição da série, Resident Evil tem recebido críticas por ter abandonado suas origens e partido para um estilo mais voltado para a ação.  De certa forma é, no mínimo, diferente jogar RE sem aquele clima estabelecido no primeiro da série, consolidado no segundo e expandido a outro nível na quarta versão, cujo nome seria Code Verônica e não RE4.

Por outro lado, o jogo é incrívelmente bom. Ação na medida certa, todo aquele medo fora substituído por pânico. “Zumbis”,  entre aspas mesmo, aparecendo de todos os lados, pilotando motos, dirigindo caminhões, empunhando armas e tudo mais, dão nova vida a um estilo que já estava sendo repetitivo.

Dessa vez você controla o imortal Chris Redfield, personagem principal do primeiro game da série. Mas agora, ele conta com a ajuda de uma nova parceira, uma bela e habilidosa africana, cujo nome fugiu à minha mente frágil e cansada. Vale lembrar, também, que o jogo conta com a presença de Albert Wesker e de Jill Valentine, supostamente morta. Há também referências a Leon Kennedy e sua aventura contra as “La Plagas”.

A jogabilidade está muito interessante, pois conta com um esquema de colaboração entre Chris e Sheva Alomar, sua parceira. Os chefes também devem ser enfrentados de maneira diferente, pois não basta apenas atirar nos mesmos, isso lembra um pouco Zelda, pois cada chefe possuía uma forma diferente de matar.

Graficamente perfeito, com sistema de som muito bom e diversos extras, Resident Evil 5 é um dos melhores jogos para o console. Obrigatório para amantes da série!