Archive for janeiro, 2011


O pequeno notável da Nintendo, dá os seus últimos suspiros pois seu sucessor será lançado em cerca de um mês. No entanto, os donos de Nintendo DS não tem do que reclamar quando o assunto é rpg, pois o console é considerado o rei dos rpgs na atual geração.

Muitos títulos, exclusivos, chageram para o NDS. E como de costume, Final Fantasy não poderia ser diferente. Mais uma versão da famosa série chega ao portátil. Dessa vez, retornando totalmente às origens de um verdadeiro e genuino rpg. Uma história bem contada, gráficos bonitos e em cell shading, muita exploração, diálogos e é claro, batalhas em turnos.

A aparência desse Final Fantasy parece bem infantil, talvez por ser bem colorido e parecido com desenho animado. Mas se enganam quando pensam que o jogo é para crianças, pois sua dificuldade é bem elevada. Mas voltando a falar dos gráficos, eles estão bem bonitos e lembram muito os da série Zelda, também para NDS.

As músicas estão bem legais, como de costume para qualquer jogo da série. Já a jogabilidade, como disse anteriormente, é tradicional. Ou seja, com batalhas por turno. Mas o quente mesmo está na exploração. Dizem que dessa vez não haverá mais aqueles famosos textos em destaque dizendo para onde ir. Quer saber? Leia os diálogos! Não sabe inglês? Se fode aí, nerdão!

Enfim, Final Fantasy The 4 Heroes of Light é um grande rpg que tomará bastante do seu tempo. Recomendadíssimo!

Mercenaries 2 – Playstation 3

Mercenaries não é o tipo de jogo que alguém compraria. Ele tem gráficos ruins, jogabilidade mediana e é muito, mas muito sem noção. Na verdade, até desanima escrever sobre o game, porque quase não há o que se falar, chega a ser uma completa perda de tempo.

Tentando copiar o esquema de GTA, os desenvolvedores criaram um jogo que dá bastante liberdade aos jogadores. Você pode andar pela cidade, rubar carros, atropelar pessoas, destruir casas, pilotar tanques de guerra e é claro, fazer missões.

Esse jogo, se for pensar, é uma grande porcaria. Mas há algo interessante nele: Mercenaries 2 é extremamente divertido. De verdade, Correr pela cidade, roubar carros e desviar dos tiros torna o game realmente divertido. Não sei se com o passar do tempo se torna algo maçante, mas de início, mesmo com tantos defeitos você vai se divertir com ele.

Outra coisa chata é que ele simplesmente trava ao tentar jogar online. Dizem que trava até se tentar entrar nas opções do jogo, aí só desligando e religando o ps3 pra poder voltar a jogar.

Em suma, M2 não é um jogo que se deva comprar. Talvez se ele vier em algum box e sair quase de graça. Tente empresar de um amigo ou locar. O jogo é uma merda, mas é divertidinho.

God of War: Ghost of Sparta – psp

Mais uma aventura de Kratos. Essa série devia ter acabado na segunda edição. É sério! Incrivelmente o pessoal do estúdio Santa Monica consegue vender o mesmo jogo quatro vezes pras mesmas pessoas. Pois não há diferenças entre eles, ou seja, é sempre a mesma coisa. Andar, bater e encontrar umas meninas pra comer.

Graficamente o jogo é bom, ainda mais para os padrões do psp. Mas, pode ser porque o meu psp é o fat, mas há notáveis slowdowns. Muitas vezes também ficava dificil de enxergar, principalmente quando o lugar é escuro ou acontece aqueles “zoom out”, característicos da série.

A jogabilidade, apesar de ser o mesmo “apertar quadrado” de sempre, sofreu algumas alterações, como soltar as magias com o direcional e segurar R para disparar o poder “Rage”, que fortalece os golpes de Kratos. Foram inseridos alguns novos movimentos, como saltar de uma corda pra outra e de uma fissura na qual está pendurado para outra.

O quente mesmo está no enredo, mais elaborado e interessante do que a simples vingança do espartano. Agora Kratos, conhecido como “ghost of sparta” e “slave of the Gods” descobre que seu irmão, Deimos, está vivo e parte atrás dele. É mostrada, também, a mãe de Kratos. E acho que pela primeira vez é possível andar pelas ruas de Sparta e frequentar seus prostíbulos.

No mais, tudo continua nos conformes. Monstros, ítens para coletar e quadrado para apertar. É um bom jogo de ação, mas continua dando a impressão de “mais do mesmo”.

Resident Evil 5 – Playstation 3

Desde a quarta edição da série, Resident Evil tem recebido críticas por ter abandonado suas origens e partido para um estilo mais voltado para a ação.  De certa forma é, no mínimo, diferente jogar RE sem aquele clima estabelecido no primeiro da série, consolidado no segundo e expandido a outro nível na quarta versão, cujo nome seria Code Verônica e não RE4.

Por outro lado, o jogo é incrívelmente bom. Ação na medida certa, todo aquele medo fora substituído por pânico. “Zumbis”,  entre aspas mesmo, aparecendo de todos os lados, pilotando motos, dirigindo caminhões, empunhando armas e tudo mais, dão nova vida a um estilo que já estava sendo repetitivo.

Dessa vez você controla o imortal Chris Redfield, personagem principal do primeiro game da série. Mas agora, ele conta com a ajuda de uma nova parceira, uma bela e habilidosa africana, cujo nome fugiu à minha mente frágil e cansada. Vale lembrar, também, que o jogo conta com a presença de Albert Wesker e de Jill Valentine, supostamente morta. Há também referências a Leon Kennedy e sua aventura contra as “La Plagas”.

A jogabilidade está muito interessante, pois conta com um esquema de colaboração entre Chris e Sheva Alomar, sua parceira. Os chefes também devem ser enfrentados de maneira diferente, pois não basta apenas atirar nos mesmos, isso lembra um pouco Zelda, pois cada chefe possuía uma forma diferente de matar.

Graficamente perfeito, com sistema de som muito bom e diversos extras, Resident Evil 5 é um dos melhores jogos para o console. Obrigatório para amantes da série!